domingo, 11 de agosto de 2013
Sabe quando você fala com alguem, e ai sorri porque ama a pessoa. Mas vem aquele assunto na cabeça e você quer falar, gritar, implorar e chorar? Pedir um milhão de por favores, e implorar. E ai fecha a boca ou nem digita, porque não quer estragar tudo? E ai você quer chorar, e pensa que isso é bom de certa forma pois os tremores deram lugar as lagrimas.
Ja passei noites como essa que vou passar hoje. Me revirando e tendo pesadelos. Semana passada dois dias na semana acordei pensando nisso. Na outra eu não quis levantar, mas por outros motivos, e nesse final de semana pensei de novo. Nervosa. Sempre nervosa. Fico jogando tentando adiar, mas vai acontecer. Só preciso falar e pedir um favor.
Eu to com dor de cabeça e tremores, sei que vou deitar e me enrolar e isso nao vai passar. Eu só quero ouvir um estou aqui bobona. Não to esperando que tu adivinhe que quero ouvir isso. Só to dizendo que seria bom ouvir. Me ajudaria a não tremer. To quase tomando o remedio. Tu nao sonha com o que eu tenho. E eu espero que tu entenda.
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
Enquanto eu coloco um livro de radiologia no lugar, a risada dele invade a minha mente como se ele estivesse ali. As vezes penso que o telefone tocou, uma mensagem, e confiro achando realmente que tocou. Escoreego no corredor e lembro das dancinhas e dele me pegando no colo.Eu tô maluca de apaixonada!
Já ta me dando dor de barriga. Eu sei o que vai acontecer em seguida. To com o impulso de fazer alguma coisa ou traçar um plano. Mas já parei com isso faz uns dias. Decidi que não posso mudar esse tipo de coisa, nem adiar o inevitável. Essa sim é uma das coisas sobre as quais eu não tenho controle.
Já ta me dando dor de barriga, e um medo no coração, aquele aperto. Já imagino como vai ser. E não quero imaginar. Depois que decidi tomar remédios, comecei a ver que meu problema é grave. Que não era pra estar reagindo assim, mas isso também não precisava ser desse jeito. Mas é. E ponto. Então não importa que eu tome Rivotril até ele sair pelas minhas orelhas, ou eu saia por ai conversando com gente que nunca mais vi. Importa que optei pela tua felicidade, pela injustiça de te fazer escolher uma coisa que nem deve ser escolhida. Importa que te amo e quero te ver sorrir.
Que nessas noites que virão, esse negocio faça jus a sua tarja e me deixe dormir tranquila, e que de dia eu não fique fazendo contas..mas viva!
Já ta me dando dor de barriga, e um medo no coração, aquele aperto. Já imagino como vai ser. E não quero imaginar. Depois que decidi tomar remédios, comecei a ver que meu problema é grave. Que não era pra estar reagindo assim, mas isso também não precisava ser desse jeito. Mas é. E ponto. Então não importa que eu tome Rivotril até ele sair pelas minhas orelhas, ou eu saia por ai conversando com gente que nunca mais vi. Importa que optei pela tua felicidade, pela injustiça de te fazer escolher uma coisa que nem deve ser escolhida. Importa que te amo e quero te ver sorrir.
Que nessas noites que virão, esse negocio faça jus a sua tarja e me deixe dormir tranquila, e que de dia eu não fique fazendo contas..mas viva!
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Tenho andado pensando em te escrever uma carta. Uma bem bonita. Mas uma carta de verdade. Com letras de tinta.
E dizer do amor que eu sinto, das coisas que faço e tenho vontade de fazer. De querer andar de mãos dadas feliz, rir e apertar teu nariz. E levar a vida de um jeito leve ao teu lado. Mas nada é leve quando ja fiz tudo ser tão pesado.
E ia dizer na carta que corro o mundo por ti, te achei e não quero mais te ver partir.
Pedir perdão por ser mulher, chorar e qualquer virgula importar.
Dizer que tenho tido pesadelos. Todas as noites, perco o sono pela manhã e fico pensando naquilo. E somente naquilo. E em como passar por aquilo, depois entender que não tem como e não querer sair da cama. É, não da vontade, e ao mesmo tempo, conto as horas pra sair dali e te encontrar e fazer diferente, e girar a alavanca e chegar logo no feliz pra sempre.
E dizer do amor que eu sinto, das coisas que faço e tenho vontade de fazer. De querer andar de mãos dadas feliz, rir e apertar teu nariz. E levar a vida de um jeito leve ao teu lado. Mas nada é leve quando ja fiz tudo ser tão pesado.
E ia dizer na carta que corro o mundo por ti, te achei e não quero mais te ver partir.
Pedir perdão por ser mulher, chorar e qualquer virgula importar.
Dizer que tenho tido pesadelos. Todas as noites, perco o sono pela manhã e fico pensando naquilo. E somente naquilo. E em como passar por aquilo, depois entender que não tem como e não querer sair da cama. É, não da vontade, e ao mesmo tempo, conto as horas pra sair dali e te encontrar e fazer diferente, e girar a alavanca e chegar logo no feliz pra sempre.
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
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